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Loft Yolanda Centro
★★★★4 Calle Antón Martín, Cuenca10,0 Fantástico · 21 avaliações- Wi-Fi
- Estacionamento
- Ar-condicionado
163 alojamientos con confirmación inmediata · desde 31,24 € por noche
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Se está a pensar num apartamento em Cuenca, a primeira coisa que deve saber é que a cidade tem duas zonas bem diferenciadas e convém escolher de acordo com o que quer fazer. A parte alta, em torno da Plaza Mayor e da Catedral, é a mais turística: ruas empedradas, restaurantes e as famosas Casas Colgadas a um passo. Aqui os apartamentos costumam estar em edifícios antigos reabilitados, com encanto, mas também com menos luz e mais ruído à noite, sobretudo aos fins de semana. A parte baixa, junto ao rio Huécar e ao bairro de San Antón, é mais tranquila e moderna, com melhores acessos de carro e estacionamento mais fácil, embora para subir ao centro histórico tenha de caminhar a subir ou apanhar o autocarro urbano. Também há opções na zona da estação de comboios e do polígono, que são mais económicas, mas estão longe dos monumentos e quase não têm ambiente.
Em relação aos preços, a diferença entre época alta e baixa é notável. Se puder, evite os feriados de dezembro, a Semana Santa e os fins de semana de maio a outubro, quando a procura dispara as tarifas. Os meses de novembro, janeiro e fevereiro, de domingo a quinta-feira, é quando encontra os melhores preços: o custo médio desce dos 98 euros por noite que se praticam em média na cidade para valores próximos dos 51 euros, que é o mínimo que pode pagar por um estúdio básico. Para chegar, o mais cómodo é o comboio de alta velocidade desde Madrid (cerca de 50 minutos) ou o autocarro desde Valencia ou Madrid. Uma vez lá, se ficar na parte alta, esqueça o carro: as ruas são estreitas e muitas são pedonais. Melhor estacionar num parque dissuasor à entrada e mover-se a pé. Se for em época baixa, o carro servir-lhe-á para visitar a Ciudad Encantada ou o nascimento do rio Cuervo, que estão a meia hora.
Antes de reservar, verifique três coisas concretas. Primeira, se o apartamento tem elevador: muitos estão em edifícios sem ele e as escadas do centro histórico são íngremes. Segunda, a política de aquecimento e água quente: no inverno, um bom sistema de aquecimento é essencial, e alguns alojamentos antigos têm radiadores elétricos que aumentam a fatura ou não aquecem bem. Terceira, se o preço inclui limpeza final ou suplemento por animais de estimação, porque em Cuenca é habitual que se cobre à parte. Também convém ver se a cozinha tem máquina de lavar louça ou máquina de lavar roupa, não tanto por usá-las, mas porque indica o nível de equipamento. E se viajar em grupo, repare no número de casas de banho: muitos apartamentos de três quartos só têm uma, e isso pode ser um problema. Os alojamentos como Apartamentos Casa Botes II, Wonder, Alojamiento Turístico la Moneda de Huecar ou cuencaloft junto à catedral são exemplos reais do que encontrará, mas leia sempre as avaliações recentes sobre o ruído e o estado das camas antes de se decidir.
El precio medio ronda los 98 euros por noche, aunque puedes encontrar opciones desde 51 euros en temporada baja. Los fines de semana y puentes suben bastante, así que si tienes flexibilidad, reserva entre semana.
La primavera y el otoño son ideales por el clima suave y los colores de la hoz del Huécar. Si quieres ver la ciudad con menos gente y precios más bajos, enero y febrero son buenos, pero lleva ropa de abrigo porque el frío es intenso.
Depende de tu plan. La parte alta es perfecta para visitar los monumentos a pie y vivir el ambiente, pero es ruidosa y con cuestas. La parte baja es más práctica si vas en coche o buscas tranquilidad, aunque tendrás que subir andando o en autobús.
El tren de alta velocidad desde Madrid te deja en el centro en menos de una hora, y desde la estación puedes coger un taxi o el autobús urbano hasta el casco antiguo. Una vez allí, todo lo importante está a pie, pero para los alrededores necesitarás excursión organizada o coche de alquiler.
Fíjate en si el precio incluye la limpieza final, porque muchos apartamentos la cobran aparte. También revisa la política de cancelación, que suele ser más flexible en temporada baja, y si piden fianza por daños. Y pregunta por el suplemento de calefacción si viajas en invierno.