0avaliações
Casa Luz
★★★Calle Río Alberche, Avila- Wi-Fi
- Recepción 24 h
10 alojamientos con confirmación inmediata · desde 36,71 € por noche
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
Se estás a procurar casas em Ávila, a primeira coisa que deves saber é que a oferta se reparte entre o centro histórico, a zona extramuros e os povoados do entorno. Dentro da muralha, alojar-te em ruas como a de Vallespín ou junto à plaza del Mercado Chico permite-te ir a pé à catedral, ao Alcázar ou às muralhas, mas o estacionamento é complicado e o ruído, sobretudo no verão, pode notar-se. Fora da muralha, em bairros como San Antonio ou a zona da estação, encontras casas mais amplas, com jardim ou terraço, e é mais fácil chegar de carro; em troca, terás de caminhar dez ou quinze minutos para entrar no recinto amuralhado. Se preferires tranquilidade total, os povoados da Sierra de Gredos ou do Valle del Tiétar, como Arenas de San Pedro ou Candeleda, oferecem casas de pedra com chaminé e muito espaço exterior, embora então precises de carro sim ou sim para tudo.
As diferenças entre umas casas e outras vão além da localização. Há-as de estilo rústico, com vigas à vista e móveis de madeira, pensadas para o inverno; outras são reformas modernas com cozinha aberta e domótica, mais orientadas para escapadelas de fim de semana. Também muda o regime: algumas só alugam a casa inteira, outras têm quartos soltos dentro de uma casa de hóspedes, e umas poucas incluem pequeno-almoço ou serviços de limpeza. Na cidade, o habitual é encontrar apartamentos e casas de férias com entrada independente; nos povoados, predominam as casas de aldeia completas, muitas vezes com dois ou três quartos e pátio.
Quanto ao preço, os 97 € por noite que encontras como tarifa mínima costumam corresponder a apartamentos pequenos em época baixa, de domingo a quinta-feira. A média de 265 € por noite dispara-se em feriados e Semanas Santas, por isso se a tua data for flexível, olha entre novembro e fevereiro, ou de segunda a quarta-feira, e verás diferenças de até 40 %. Para chegar, o melhor é o comboio AVE desde Madrid (cerca de 90 minutos) ou o autocarro desde a estação de Moncloa; se fores de carro, a AP-51 deixa-te em meia hora desde a capital. Dentro da cidade, move-te a pé; para os povoados, precisas de veículo próprio. Antes de reservar, revê se a casa tem aquecimento central ou salamandra de lenha (em Ávila o frio é sério), se a água quente é suficiente para todos os hóspedes e se o anúncio especifica claramente as condições de cancelamento, porque muitas casas particulares não oferecem reembolso se cancelares com menos de sete dias. Verifica também se o preço final inclui taxas de limpeza ou suplementos por pessoa, que às vezes não aparecem à primeira vista.
Entre novembro e fevereiro, fora do Natal e dos feriados, é quando os preços baixam mais. Os fins de semana de janeiro e fevereiro, salvo o de São Valentim, costumam ter tarifas próximas do mínimo de 97 €.
O centro histórico, dentro da muralha, é a única opção realmente cómoda sem veículo, porque tudo está a pé. Se te alojares fora, como em San Antonio, precisarás de pelo menos um autocarro urbano ou caminhar bastante até à porta do Alcázar.
A casa de férias aluga-se inteira, com cozinha e espaços privados, e não costuma ter serviços de receção. A casa de hóspedes funciona mais como uma pequena pensão: alugas um quarto, partilhas zonas comuns e normalmente há alguém que te atende em pessoa.
O AVE demora cerca de 90 minutos e deixa-te no centro, a dez minutos a pé da muralha. De carro, a AP-51 é direta e demora meia hora; uma vez lá, se ficares na cidade, não precisas de transporte público, mas para ir a Gredos ou ao Tiétar sim ou sim precisas de carro.
Olha sempre a política de cancelamento, porque muitas casas particulares não devolvem nada se cancelares a menos de uma semana. Revê também se o preço inclui limpeza, suplementos por hóspede extra e se pedem caução; em Ávila é comum cobrarem-te 50 ou 100 € de depósito que devolvem à saída.