0avaliações
Apartamentos El Rincón de Usana Zona Zero
★★★★Calle Santa Agueda S/N, Aínsa9,9 Fantástico · 975 avaliações- Wi-Fi
- Estacionamento
- Ar-condicionado
35 alojamentos com confirmação imediata · desde 89,44 € por noite
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
Aínsa é um daqueles lugares onde o alojamento condiciona bastante a viagem, porque o centro histórico e a zona nova não têm nada a ver. Se procuras ambiente medieval, ruas empedradas e bares com esplanada, o melhor é ficares dentro do recinto amuralhado, mas tem em conta que o estacionamento é limitado e que muitas casas são antigas, com escadas e sem elevador. Os apartamentos no centro costumam estar em edifícios reabilitados, com encanto, mas às vezes falta-lhes luz ou o isolamento acústico não é perfeito. Em contrapartida, na zona moderna, em torno da avenida Sobrarbe e perto do rio, encontrarás edifícios mais novos, com lugar de garagem e acesso fácil, embora tenhas de caminhar dez minutos para jantar no centro. Se o que te importa é dormir tranquilo e mover-te de carro, esta segunda opção é mais prática.
A diferença de preço entre umas zonas e outras não é enorme, mas nota-se. Os apartamentos do centro costumam pedir entre 10 e 20 euros mais por noite, sobretudo em época alta, porque a procura é maior. Se viajares na primavera ou no outono, os preços baixam bastante: o preço médio ronda os 146 euros por noite, mas em novembro ou fevereiro podes encontrar opções por 105 euros. A época alta é julho e agosto, e também os feriados da Páscoa e o de dezembro, quando convém reservar com semanas de antecedência. Fora desses momentos, não costuma haver problema para encontrar disponibilidade mesmo no próprio dia, embora se quiseres um apartamento concreto, como o Apartamento Somos Ainsa ou o Apartamento Avenida, melhor não arriscar.
Para chegar, o normal é ir de carro, porque Aínsa está a cerca de 130 quilómetros de Huesca e a 180 de Zaragoza, por estradas de montanha que se fazem bem mas com curvas. O autocarro sai de Huesca duas ou três vezes por dia, mas se ficares no centro, a subida com malas desde a paragem é dura. Uma vez lá, quase tudo se faz a pé, e para ir à barragem ou às aldeias em redor precisas de veículo. Antes de reservar, verifica se o apartamento inclui roupa de cama e toalhas, porque alguns cobram-nas à parte, e confirma se o preço final leva IVA e taxas de limpeza. Vê também as fotos da cozinha e da casa de banho com detalhe, porque em edifícios antigos costumam ser as divisões mais justas. E se viajares no inverno, pergunta pelo aquecimento: alguns apartamentos usam radiadores elétricos que encarecem a estadia se forem muito usados.
O preço médio ronda os 146 euros por noite, embora possas encontrar opções desde 105 euros em época baixa. Em agosto e feriados, o valor pode subir até 180 ou 200 euros.
De novembro a março, excetuando o Natal e o feriado de dezembro, é quando os apartamentos estão mais baratos. Também abril e outubro são bons meses, com bom tempo para fazer rotas e tarifas ainda razoáveis.
Se valorizas o ambiente e a estética, o centro histórico é incomparável, mas há que assumir ruído e falta de elevador. A zona nova é mais cómoda para estacionar e mover-te com crianças ou pessoas idosas, embora percas a experiência de acordar entre muralhas.
Há autocarros desde Huesca, com duas ou três partidas diárias, que demoram cerca de duas horas. Desde Zaragoza também há ligação com transbordo em Huesca, mas é uma viagem longa; o mais prático é alugar um carro na capital aragonesa.
A maioria pede 30% de adiantamento e permite cancelamento gratuito até uma semana antes da chegada. Em época alta, alguns exigem estadia mínima de três noites e não aceitam cancelamentos; lê sempre as letras pequenas antes de pagar.