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Apartamentos El Rincón de Usana Zona Zero
★★★★Calle Santa Agueda S/N, Aínsa9,9 Fantástico · 975 avaliações- Wi-Fi
- Estacionamento
- Ar-condicionado
21 alojamentos com confirmação imediata · desde 89,44 € por noite
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Aínsa não é uma vila grande, mas a diferença entre ficar dentro do centro histórico e fazê-lo na zona baixa ou nos acessos é notável. O centro antigo, com a sua praça com arcadas e as ruas de paralelepípedos, é tranquilo de dia e de noite, mas o estacionamento é complicado e caro se não tiver reserva num hotel com vaga própria. Se vier de carro, convém procurar alojamentos na estrada de saída para Boltaña ou na zona do rio Cinca, onde há mais facilidade para estacionar e costuma encontrar apartamentos mais amplos pelo mesmo preço. A distância ao centro não passa de dez minutos a pé, portanto não perde nada em comodidade.
Os apartamentos são a opção maioritária na oferta atual: há 35 contra 11 hotéis, e isso nota-se na forma de viajar. Se procura independência para cozinhar ou para entrar e sair a qualquer hora, um apartamento dá-lhe mais flexibilidade. Os hotéis, por outro lado, resolvem-lhe o pequeno-almoço e a receção, algo que agradece se for com crianças ou se o plano for fazer rotas de montanha e voltar tarde. Também há quatro casas de férias, pensadas para grupos grandes, e um par de casas de hóspedes mais económicas. A categoria média do conjunto é de 3,3 estrelas, portanto não espere grandes luxos: o que importa é a funcionalidade e a proximidade ao ambiente.
Quanto a preços, a faixa vai dos 105 euros por noite no mais básico a uma média de 154 euros. Isso significa que em época alta (julho e agosto, sobretudo) os preços sobem e convém reservar com semanas de antecedência. Se puder, viaje em maio, junho ou setembro: o tempo é bom para fazer caminhadas e os alojamentos baixam bastante. Para chegar, o mais prático é o carro: desde Barbastro demora-se cerca de 45 minutos pela A-138, e desde Huesca capital pouco mais de uma hora. Não há comboio, e o autocarro é escasso, portanto se não conduzir, considere combinar com um táxi desde Barbastro. Uma vez lá, tudo se faz a pé, mas se ficar nos arredores precisará do carro para ir ao supermercado ou às piscinas.
Antes de reservar, verifique três coisas: se o alojamento tem aquecimento ou ar condicionado (no inverno faz frio a sério), se o estacionamento está incluído ou se paga à parte, e se o cancelamento é flexível. Muitos apartamentos exigem um sinal de 30% e não devolvem nada se anular com menos de uma semana. Também convém ver se o preço inclui roupa de cama e toalhas, porque em algumas casas de férias cobram-nas como extra. Com isso claro, acertará.
O preço médio ronda os 154 euros por noite, embora possa encontrar opções desde 105 euros. A diferença costuma estar na época e em se escolhe apartamento ou hotel. Em agosto, os preços sobem 20 ou 30 por cento em relação a maio.
A melhor relação qualidade-preço está em maio, junho e setembro, quando o clima é agradável para fazer rotas e há menos gente. Julho e agosto são os meses mais caros e concorridos, com as festas locais em setembro como segundo pico. No inverno, a vila é muito tranquila, mas precisa de roupa de abrigo e alguns estabelecimentos fecham.
Se valoriza o ambiente e não se importa de estacionar longe, o centro antigo é ideal. Se vier de carro e preferir comodidade, procure na estrada de Boltaña ou perto do rio, onde há mais vagas de estacionamento. Desde os arredores chega-se ao centro em dez minutos a pé, portanto não perde nada.
A forma mais prática é o carro pela A-138 desde Barbastro, que está a cerca de 45 minutos. Não há comboio, e o autocarro desde Huesca tem poucas frequências por dia. Uma vez na vila, tudo está a pé, mas para ir aos miradouros ou às vilas próximas precisa de veículo próprio ou de um táxi.
A maioria pede um sinal de 30 por cento ao reservar e o resto paga-se ao chegar. Os cancelamentos gratuitos costumam limitar-se a mais de sete dias de antecedência; depois, perde o sinal. Pergunte sempre se a roupa de cama e as toalhas estão incluídas, porque em algumas casas de férias cobram-se à parte.