0avaliações
Pis Firalet - Olot
★★★★Passeig d'en Blay, 12, 3er B, Olot- Wi-Fi
- Acessível
23 alojamentos com confirmação imediata · desde 88,54 € por noite
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
0avaliações
Se está à procura de onde dormir em Olot, a primeira coisa que deve saber é que a cidade é compacta e que a maioria dos alojamentos se concentra no centro ou nas suas imediações. A zona do centro histórico, em torno da plaza Major e do paseo de Blay, é a mais prática se quiser ir a pé aos bares, lojas e ao museu dos vulcões. Aqui encontrará sobretudo apartamentos e alguma casa de hóspedes, com a vantagem de que não precisará do carro para nada. Se preferir tranquilidade e vistas, a zona do Parc Nou ou as encostas do vulcão Montsacopa oferecem hotéis e casas de férias com jardim, mas terá de caminhar dez ou quinze minutos para chegar ao centro. Também há opções na carretera de Santa Pau ou em direção a les Fonts de Sant Roc, que são boas se viajar de carro e quiser sair rapidamente para a Garrotxa, embora então o ruído do trânsito possa ser algo mais presente.
A diferença principal entre umas zonas e outras é o equilíbrio entre comodidade e ambiente. O centro dá-lhe tudo à mão, mas os alojamentos costumam ser mais pequenos e com menos espaço exterior. Os arredores, em contrapartida, oferecem mais metros quadrados e estacionamento, em troca de depender do veículo para jantar ou comprar. Se vier fazer rotas de caminhada pela Fageda d’en Jordà ou visitar os vulcões, compensa alojar-se na zona norte ou este, porque encurta os deslocamentos. Se o seu plano for mais urbano, com restaurantes e vida local, fique no centro. Quanto a preços, o mais barato costuma ser durante a semana de novembro a março, exceto pontes e datas de Natal, quando os apartamentos sobem. Os fins de semana de primavera e verão são os mais caros, sobretudo se coincidirem com feiras ou eventos na comarca.
Para chegar, o mais habitual é fazê-lo de carro pela C-66 desde Girona ou pela N-260 desde Ripoll; há autocarro desde Girona e Barcelona, mas a frequência é limitada, por isso consulte horários antes de planear. Uma vez lá, deslocar-se a pé é viável para o centro, mas para ir às aldeias em redor precisa de carro ou bicicleta. Antes de reservar, verifique se o alojamento inclui aquecimento ou ar condicionado, porque em Olot o clima é húmido e fresco mesmo no verão. Veja também se o preço inclui roupa de cama e toalhas, algo que nem sempre acontece nos apartamentos, e se há mínimo de noites, muito comum em casas de férias. Por último, confirme a política de cancelamento, porque muitos proprietários exigem um adiantamento e não devolvem o dinheiro se anular com pouca antecedência.
O preço médio ronda os 188 euros, embora possa encontrar opções desde 96 euros por noite. Os apartamentos costumam ser mais económicos que os hotéis, e as casas de férias ou villas são as mais caras.
A primavera e o outono são ideais pela temperatura e pela paisagem, mas são as estações com mais procura. Se procura preços baixos, vá durante a semana de novembro a fevereiro, desde que não coincida com pontes.
O centro de Olot, em torno da plaza Major e do paseo de Blay, é o mais recomendável. A partir daí pode ir a pé aos restaurantes, ao mercado e às paragens de autocarro para excursões pontuais.
De carro, desde Girona demora cerca de 40 minutos pela C-66, e desde Barcelona cerca de uma hora e meia pela AP-7 e depois pela C-25. Há autocarro direto desde ambas as cidades, mas com poucas frequências, por isso verifique os horários com antecedência.
A maioria pede um cartão para garantir a reserva, e muitos apartamentos exigem um adiantamento de 30% ou o pagamento total antecipado. O cancelamento gratuito costuma limitar-se a 48 ou 72 horas antes da chegada, e em casas de férias pode não existir.